Transtornos Musculoesqueléticos em Docentes e Administrativos de uma Universidade Privada de Lima Norte
Musculoskeletal disorders among workers at a private university in North of Lima
DOI:
https://doi.org/10.22258/hgh.2019.31.48Palavras-chave:
Desordenes musculoesquelético, docentes, administrativos, Perú.Resumo
Objetivo: Determinar a frequência dos transtornos musculoesqueléticos (TME) em docentes e administrativos da Universidad de Ciencias y Humanidades. Materiais e Métodos: Estudo descritivo transversal. Foi utilizado o Questionário Nórdico. Resultados: Participaram 146 trabalhadores, com idade média de 38,68 anos (DP = 11,43; intervalo: 21–65). Destes, 59,6% (n = 88) eram do sexo masculino, sendo a maioria pertencente à faixa etária de 40 a 49 anos. Cinquenta por cento (n = 73) eram trabalhadores administrativos, 32,2% (n = 47) docentes e o restante exercia ambas as funções. Quanto aos TME nos últimos 12 meses, as regiões mais frequentemente afetadas foram a lombar, dorsal e cervical, com 63,7% (n = 93), 62,3% (n = 91) e 55,5% (n = 81), respectivamente. As limitações para realizar atividades domésticas ou laborais ocorreram principalmente nas regiões lombar, dorsal e cervical, com 21,9% (n = 32), 17,8% (n = 26) e 13,0% (n = 19), respectivamente. Nos últimos sete dias, os TME afetaram principalmente a região lombar (39,7%; n = 58), seguida das regiões dorsal e cervical (33,6%; n = 49 cada). Os TME foram mais frequentes entre os trabalhadores que desempenham funções administrativas (p < 0,05). Conclusão: Os transtornos musculoesqueléticos são frequentes entre docentes universitários e trabalhadores administrativos, afetando principalmente as regiões lombar, dorsal e cervical. Os trabalhadores administrativos são os mais afetados. Recomenda-se a realização de ações de prevenção e promoção da saúde para reduzir os problemas musculoesqueléticos.Downloads
Referências
Instituto Nacional para la Seguridad y Salud Ocupacional (NIOSH). Datos Breves de NIOSH : Cómo prevenir los trastornos musculoesqueléticos [Internet]. 2012 [cited 2019 Jun 17]. Disponible en: https://www.cdc.gov/spanish/niosh/docs/2012-120_sp/default.html
Arvidsson I, Gremark Simonsen J, Dahlqvist C, Axmon A, Karlson B, Björk J, et al. Cross-sectional associations between occupational factors and musculoskeletal pain in women teachers, nurses and sonographers. BMC Musculoskelet Disord [Internet]. 2016;17(1).
Rojas M, Gimeno D, Vargas-Prada S, Benavides FG. Dolor musculoesquelético en trabajadores de América Central : resultados de la I Encuesta Centroamericana de Condiciones de Trabajo y Salud. Rev Panam Salud Publica. 2015;38(2):120–8.
Vidal C, Hoffmeister L, Benadof D. Factores asociados al dolor musculoesquelético en población trabajadora chilena. Cienc Trab. 2016;18(55):23–7.
Cezar-Vaz M, Capa M, Pereira L, Maritz A, De Oliveira L, Alves C. Trastornos musculoesqueléticos en profesores: estudio de enfermería del trabajo. Cienc enferm. 2013;19(3):83–93.
Quemelo PRV, Gasparato FDS, Vieira ER. Prevalence, risks and severity of musculoskeletal disorder symptoms among administrative employees of a Brazilian company. Work. 2015;52(3):533–40.
Erick PN, Smith DR. A systematic review of musculoskeletal disorders among school teachers. BMC Musculoskelet Disord. 2011;12(1):260.
Harutunian K, Gargallo-Albiol J, Figueiredo R, Gay-Escoda C. Ergonomics and musculoskeletal pain among postgraduate students and faculty members of the School of Dentistry of the University of Barcelona (Spain). A cross-sectional study. Med Oral Patol Oral Cir Bucal. 2011;16(3):425–9.
Luttmann A, Jager M, Griefahn B. Prevención de trastornos musculoesqueléticos en el lugar de trabajo. Protección la salud los Trab [Internet]. 2004;5(5):1–30. Disponible en: http://www.who.int/occupational_health/publications/muscdisorders/es/
Manent I, Ramada JM, Serra C. Duración y características de los episodios de incapacidad temporal por trastornos músculo-esqueléticos en Cataluña, 2007-2010. Arch Prev Riesgos Labor. 2016;19(4):222–30.
Spinelli H, Trotta A, Guevel C, Santoro A, García S. La salud de los trabajadores de la salud [Internet]. Vol. 69, Organización Panamericana de la Salud/Organización Mundial de la Salud. Buenos Aires; 2013. Disponible en: https://www.paho.org/arg/images/gallery/pub69.pdf?ua=1
Ordóñez C, Gómez C, Calvo A. Desórdenes músculo esqueléticos relacionados con el trabajo. Rev Colomb Salud Ocup. 2016;6(1):24–30.
Kuorinka I, Jonsson B, Kilbom A, Vinterberg H, Biering-Sørensen F, Andersson G, et al. Standardised Nordic questionnaires for the analysis of musculoskeletal symptoms. Appl Ergon. 1987;18(3):233–7.
Fernandes MH, da Rocha VM, da Costa-Oliveira AGR. Factors associated with teachers’ osteomuscular symptom prevalence. Rev Salud Publica (Bogota). 2009;11(2):256–67.
Castro E, Múnera J, Sanmartín M, Valencia NA, Valencia ND, Gonzáles E. Efectos de un programa de pausas activas sobre la percepción de desórdenes músculo-esqueléticos en trabajadores de la Universidad de Antioquia. Rev Educ física y Deport. 2011;30(1):389–99.
Kaliniene G, Ustinaviciene R, Skemiene L, Vaiciulis V, Vasilavicius P. Associations between musculoskeletal pain and work-related factors among public service sector computer workers in Kaunas County, Lithuania. BMC Musculoskelet Disord [Internet]. 2016;17(1):1–12.
Cáceres-Muñoz VS, Magallanes-Meneses AA, Torres-Coronel D, Copara-Moreno P, Escobar-Galindo M, Mayta-Tristán P. Efecto de un programa de pausa activa más folletos informativos en la disminución de molestias musculoesqueléticas en trabajadores administrativos. Rev Peru Med Exp Salud Publica. 2017;34(4):611–8.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2019 Nancy Becerra, Sofia Montenegro, Maribel Timoteo, César Suárez

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Os autores que publicarem nesta revista deverão concordar com os seguintes termos:
- Os autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Attribution 4.0 License, que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- O Autor pode subscrever acordos contratuais independentes e adicionais para a distribuição não exclusiva da versão da Obra publicada na revista (por exemplo, publicá-la num repositório institucional ou publicá-la num livro) sempre que se proporcione no documento um reconhecimento de sua publicação inicial neste periódico científico.
- Os Autores estão autorizados e tem o apoio para publicar um manuscrito em linha antes da sua publicação (mas não a versão final da Obra formatada em PDF para a Editorial) em repositórios institucionais ou em seu sitio web, antes e durante o processo de envio, já que pode dar lugar a intercâmbios produtivos, e a uma citação antecipada do trabalho publicado (veja The Effect of Open Access).






